Acanto grego – Acanthus mollis
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O Acanto grego – Acanthus mollis é uma herbácea, pertence à família Acanthaceae, nativa de Portugal e da África, perene, rizomatosa, ereta, de 50-80 cm de altura e folhagem ornamental.
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Descrição
Folhas profundamente lobuladas e cortadas, verdes escuras, macias ao toque, com até 40 centímetros de comprimento e 25 centímetros de largura e pecíolo longo.
Inflorescências eretas, dispostas acima da folhagem, com numerosas flores em cores variando do branco ao rosa e roxo. Surgem na primavera-verão.
É cultivada também a forma hortícola Latifolius, com flores maiores do que as da espécie típica.
Acanto grego é entomófilo e é polinizado apenas por abelhas grandes o suficiente para forçar seu caminho entre a sépala superior e inferior, de modo que eles podem atingir o néctar no fundo do tubo.
O fruto é uma cápsula ovóide contendo duas a quatro grandes sementes pretas. A dispersão de sementes é pelo vento.
Usada como planta isolada onde forma densa touceira ou em conjunto formando maciços, para bordaduras ao longo de caminhos, muros e cercas.
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Cuidados com o Acanto grego
Clima: Subtropical, Temperado, Mediterrâneo.
Desenvolve-se melhor em e de clima ameno e em regiões serranas, mas geralmente não ultrapassa uma altitude de 300 metros acima do nível do mar.
Em regiões de climas mais frios, a planta prefere sol pleno e em regiões mais quente meia-sombra.
Cultivada em solo fértil, rico em matéria orgânica e drenável.
As regas devem ser regulares, mantendo o solo úmido, mas não encharcado.
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Curiosidade
As folhas desta planta, são geralmente consideradas pelos historiadores, como tendo sido a inspiração de design, para as capitais de ordem coríntia da arquitetura greco-romana. Virgil descreve Helena de Tróia como vestindo um vestido bordado com folhas de acanto.
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Propagação
Multiplica-se pelas mudas que se formam junto a planta mãe, separadas no fim do inverno.
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